Wednesday, August 03, 2005

Um impulso eléctrico fazia o trabalho que devia fazer. Não estava preso a nada a não ser a sua função. Sabia muito bem o que devia fazer e nada o distraía.
Embora tivesse um passado de sinapses bem longo, tanto em qualidade cronológica como em quantidade, perdera havia pouco tempo a procura do impulso gémeo.
Um impulso para ser feliz não necessita de nada. A felicidade de um impulso é relativa. No entanto, enquanto urdidor desta rede sináptica, dou-me a liberdade de ver esta energia de uma forma diferente, a ideal
O impulso carrega informação pelo corpo sempre carregado de energia potencial, e no fundo, é isto que provoca a ruptura.
Uma das redes por onde se move sofre uma disfunção e o Impulso dá de caras com outro Impulso. Há um reconhecimento imediato da energia que carregam e carregados com a energia um do outro partem em direcções opostas. Muitas mais vezes o Impulso A passa pelo mesmo fluxo de transferência com a informação inculcada nos seus protões, electrões e neutrões, o padrão do Impulso B.
O profissionalismo de Um destrói, a ligação a outro impulso inibe o Outro, mas ambos anseiam o reencontro.
Uma fracção energética é suficiente para o reencontro, e dá-se no coração…
E qt ao impulso para ser infeliz
Escreves sobre isso, please?
BJS
PS-nao, nao estou down.. mas gostava de saber... p qd estiver...
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